sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Sê livre, sê feliz!

Liberdade é trabalhar naquilo que gostas.

Sê livre!

Mas não te esqueças de ser feliz!

Felicidade é adorar o trabalho que fazes.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

É urgente aceitar a morte.

É urgente aceitar a morte.

Passando rapidamente pelo primeiro impacto desta frase, salto o afastamento que ela me cria para conseguir olhá-la de outra forma.

É urgente aceitar a morte, mas não porque faça sentido, porque não faz.
Não queremos, nem agora nem nunca, morrer. Nunca lhe vou conceder consentimento.
Não é isso.

É urgente aceitar a morte porque ela existe.
E mais do que existir em mim, existe nos que amo. É-me urgente aceitar que ela existe em quem eu amo.
A razão para esta urgência é simples. Tenho que aceitar a morte para aceitar a própria vida.

Se não aceitar a morte de quem ainda vive, estarei a limitar o amor que lhe posso dar por estar constantemente envolta em preocupação com o futuro.
Se a ignorar, quando aquele que amo morre, vai-me ser impossível aceitar a vida que ele teve.

Ele viveu. Nada pode tirar isso.
Ela vive. Nada pode tirar isso. Pode terminar a vida, mas não pode apagá-la. Terminar implica que há algo, e é algo espectacular que nunca será apagado.

Venha a morte, mas ela que saiba que não vai apagar vida alguma.

quarta-feira, 31 de março de 2010

punho partido

Porque é que é chato não mexer o pulso esquerdo?
Não posso andar de bicicleta, segurar o que quer que seja com as duas mãos, conzudir, nem molhar o gesso...
Mas há coisas que nunca ninguém pensa. Como:

Onde deitar o champô para ter noção da quantidade que depois ponho no cabelo?

De vez em quando tenho caibrãs horríveis neste músculo cuja existência me era desconhecida.

Não dá para roer as unhas,

é preciso ter cuidado quando me quiser espreguiçar,

é difícil escrever o @!!

Não vou poder apanhar o cabelo por 4 semanas!

Só posso vestir roupa cuja manga passe pelo gesso, só roupa larga portanto.

Ah, e é estranhíssimo coçar o olho esquerdo com a mão direita!!

sábado, 23 de janeiro de 2010

Faz mesmo sentido.


sábado, 5 de dezembro de 2009

Estou candadinha...
Ando sempre dum lado para o outro, durmo pouco, estou sempre ocupada.

Mas sinto-me bem. Sinto-me produtiva e motivada. É a mesma sensação que se sente depois de fazer um desporto que gostamos. Sentimos o corpo cansado, mas não dum modo irritante ou com impaciência. Sentimo-nos satisfeitos, cumprimos aquilo que queríamos e com sucesso.

Mesmo que a pausa de gratificação não dure mais de cinco minutos num dia inteiro, ilumina-me o resto das horas do dia.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Estudar à pressa

Desvendei uma das razões para a minha preguiça no estudo - arrogância.
Percebi que costumo sentir que é uma perda de tempo estudar algo que é muito provável que não saia na avaliação. E que é muito maior motivo de "orgulho" ter boas notas sem ter estudado muito, só naquela, "isto pra mim é senso comum" e não há a sensação de desilusão caso o exame não corra bem...

Pois é, é uma estupidez, mas era inconsciente! Eu não sabia que esta atitude me desculpava o adiamento sucessivo do estudo. Pensava que era só preguiçosa!

Bom, mas nem tudo foi desperdiçado e ainda tenho dois aninhos para deixar de ser uma menina com medo de falhar, para aprender a estudar por mim e pela minha auto-formação.

Vi esta frase num filme

What matters is not who loves you but who you love.