quarta-feira, 31 de março de 2010

punho partido

Porque é que é chato não mexer o pulso esquerdo?
Não posso andar de bicicleta, segurar o que quer que seja com as duas mãos, conzudir, nem molhar o gesso...
Mas há coisas que nunca ninguém pensa. Como:

Onde deitar o champô para ter noção da quantidade que depois ponho no cabelo?

De vez em quando tenho caibrãs horríveis neste músculo cuja existência me era desconhecida.

Não dá para roer as unhas,

é preciso ter cuidado quando me quiser espreguiçar,

é difícil escrever o @!!

Não vou poder apanhar o cabelo por 4 semanas!

Só posso vestir roupa cuja manga passe pelo gesso, só roupa larga portanto.

Ah, e é estranhíssimo coçar o olho esquerdo com a mão direita!!

sábado, 23 de janeiro de 2010

Faz mesmo sentido.


sábado, 5 de dezembro de 2009

Estou candadinha...
Ando sempre dum lado para o outro, durmo pouco, estou sempre ocupada.

Mas sinto-me bem. Sinto-me produtiva e motivada. É a mesma sensação que se sente depois de fazer um desporto que gostamos. Sentimos o corpo cansado, mas não dum modo irritante ou com impaciência. Sentimo-nos satisfeitos, cumprimos aquilo que queríamos e com sucesso.

Mesmo que a pausa de gratificação não dure mais de cinco minutos num dia inteiro, ilumina-me o resto das horas do dia.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Estudar à pressa

Desvendei uma das razões para a minha preguiça no estudo - arrogância.
Percebi que costumo sentir que é uma perda de tempo estudar algo que é muito provável que não saia na avaliação. E que é muito maior motivo de "orgulho" ter boas notas sem ter estudado muito, só naquela, "isto pra mim é senso comum" e não há a sensação de desilusão caso o exame não corra bem...

Pois é, é uma estupidez, mas era inconsciente! Eu não sabia que esta atitude me desculpava o adiamento sucessivo do estudo. Pensava que era só preguiçosa!

Bom, mas nem tudo foi desperdiçado e ainda tenho dois aninhos para deixar de ser uma menina com medo de falhar, para aprender a estudar por mim e pela minha auto-formação.

Vi esta frase num filme

What matters is not who loves you but who you love.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Quentinho cá dentro

É óptimo ficar em casa quando está assim a chuver lá fora.
Que bem que sabe ficar a ver séries aconchegada no meu sofá, com o meu gato enroscado ao meu colo.

sábado, 7 de novembro de 2009

Somos determinados pela sociedade e nada podemos fazer para a mudar (?)

Ontem tive uma conversa com um professor de sociologia polaco e ele disse-me que muito pouca gente tem uma solução para a sociedade contemporânea, nomeadamente em relação ao capitalismo e às consequências na crise.
É verdade que a sociedade é um sistema mega complexo e ainda não se percebem completamente quais são as suas influências. Mas eu, na minha teimosa perspectiva psicológica, e portanto individualista, fiquei orgulhosa ao pensar no que tem acontecido com o vegetarianismo à minha volta.

Desde há quase 5 anos que os argumentos são sempre: "Porque não hás-de comer este bife, se a vaca já morreu? Já não podes voltar a trás." Ou, "O facto de tU não comeres não muda nada, já viste a quantidade de pessoas que continuam a comer? É insignificante essa tua mudança. Estás a dar-te ao trabalho para nada, porque tudo fica igual."

Mas na verdade, sem que eu faça propaganda ou tente mudar os outros, várias pessoas têm mudado a sua alimentação só por saberem a minha posição: 5 pessoas tornaram-se vegetarianas e muitas outras têm agora no seu cardápio muito mais opções de refeição sem carne ou peixe que escolhem com agrado.
Se cada uma dessas pessoas tiver esta influência em outras 5 pessoas, haverá um aumento exponencial de pessoas que não se alimentam de carne e peixe!

O que quero dizer é: mesmo que não faça ideia de como se muda a sociedade, mesmo que me sinta uma parte minúscula neste sistema enorme. Posso sempre fazer a minha parte. É preciso ser um perito para entender como funcionam os processos complexos da vida social, que é o que pretendo ser no futuro na verdade. Mas não é preciso grande coisa além dos teus valores para seguires o que gostavas que fosse a tua realidade.

E pronto lá vem aquela frase mais que batida:
“Sê a mudança que queres ver no mundo!”