A chuva torrencial é o som de fundo juntamente com o barulho das conversas animadas nas mesas, no bar e sobre a mesa de snooker. Fecho os olhos e curto a vibração do baixo dentro do corpo, mas volto a abri-los com vontade de sugar com mais intensidade a música através deles.
Tudo começa com as rastas a balançar rapidamente ao som das batidas do baterista, que lembram África, depois a sedução surge inerente ao som das cordas da guitarra latina e por fim, o saxofone sofisticado entra em cena. A mão eleva o copo frio de vidro e cerveja fresca toca nos lábios energizando o sorriso. Um olhar à volta vê caras amigas e cumprimenta-as. Uma brisa fresca atravessa as portas de vidro e a pele sem roupa agradece. O frenesim composto pelos instrumentos termina e volto para casa porque tenho de acabar o trabalho para amanhã. Com restos de chuva, bebida, amigos e música dentro de mim continuo o trabalho da faculdade, mas amanhã, já se sabe, há outra noite.
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4 comentários:
Gostei muito:) Escreves bem, monga! E boas noites dessas:)
Quando voltares vamos ao bar no bairro onde fomos a ultima vez antes de ires e vais dar a mó coça aos brasileiros :)
booooora escritora!
ai o verao!=) aproveita bebe!!
beijinho com saudades
Que abuso, Margarida! =) *
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